Estação Poética

2.1.07

Tapa de Luva
(para Ana Cristina Cesar)


Decifra-me ou...
E como que lapida
matéria bruta
ou desenha vitrais,
Ana Cristina
tecia as palavras
em versos mais sutis
e sua alma doía
como ferida exposta.
Ainda era dia,
mas fingiu noite
e nos deixou assim...
com um tapa de luva.

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Ana C. irmã de alma...

12:49 AM  

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