Pele e osso me desfiguram: sou lança partida ao meio, um coração desabitado de lembranças ou saudades; de tão passiva, nem taquicardia... Às vezes, dou-me ao luxo de pequenos vícios e canto por dentro.
Meu coração desabitado...plenamente. Nem me dera conta dessa solidão, apesar de gente tanta ao redor. Meu coração bate só, sem eco...o eco emudeceu no desfiladeiro do desamor.Você sabe do que eu falo e porque calo.
Agora meu coração está mais aquecido - é tão bom ter sua amizade. Acabo de escrever um poema para o Natal - pelo menos no berço improvisado, o "Menino", depois de nascer, vai dormir em paz... Beijos, Feliz Natal!
2 Comments:
Meu coração desabitado...plenamente. Nem me dera conta dessa solidão, apesar de gente tanta ao redor. Meu coração bate só, sem eco...o eco emudeceu no desfiladeiro do desamor.Você sabe do que eu falo e porque calo.
beijo
Vera, Querida,
Agora meu coração está mais aquecido - é tão bom ter sua amizade.
Acabo de escrever um poema para o Natal - pelo menos no berço improvisado, o "Menino", depois de nascer, vai dormir em paz...
Beijos,
Feliz Natal!
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